Dashboards que o gabinete monta
Widgets arrastáveis e redimensionáveis, com separadores próprios.
Um dashboard construído uma vez serve a carteira inteira, porque as fórmulas falam do plano canónico e não da conta de um cliente concreto.
Tudo o que um widget mostra sai de uma fórmula que se pode abrir e ler.
Widgets arrastáveis e redimensionáveis, com separadores próprios.
Vêm feitos, com as rubricas definidas. Os outros separadores são os que acrescentarem.
«Margem bruta» define-se uma vez e usa-se em qualquer sítio que peça um valor.
Nas folhas de cálculo a IA só identifica colunas. Os valores lê-os o código.
A matriz de fecho, empresa a empresa: em que etapa está cada uma e o que falta.
Com as chaves resolvidas e as colunas com os nomes do ecrã. Nunca um despejo da base.
Uma fórmula nunca referencia a conta real de um cliente.
Referencia o código canónico do plano — e é isso que a faz servir a carteira toda.
| Empresa | e-Fatura | Cliente | Gabinete | Banco |
|---|---|---|---|---|
| Padaria Central, Lda. | ||||
| Oficina Silva & Filhos | ||||
| Clínica Vitalis | ||||
| TechNorte, S.A. |
3 de 5 empresas prontas para fechar
Os dois primeiros fazem-se uma vez, para o gabinete inteiro.
Uma vez, sobre o plano canónico. Daí em diante qualquer empresa responde.
Widgets no sítio, cada um com a sua fórmula e a sua comparação.
O balancete importa-se, ou vem do software de contabilidade pela sincronização.
O cliente abre o dashboard dele, ou recebe o Excel.
Traga o balancete de uma empresa. Sai daqui com o indicador que lhe pedem todos os meses.