Entra por onde for mais fácil
Ecrã, telemóvel, email, e-Fatura ou SAF-T. O Kontoo sabe quando é o mesmo documento.
Cada ficheiro entra com uma impressão digital, cada alteração fica registada com o que havia antes, e um documento lançado não se elimina.
O mesmo papel vem pelo ficheiro, pelo e-Fatura e pelo SAF-T. O Arquivo Digital reconhece-o como o mesmo nos três.
Ecrã, telemóvel, email, e-Fatura ou SAF-T. O Kontoo sabe quando é o mesmo documento.
Captura com recorte no telemóvel, sem digitalizador e sem passar pelo computador.
Um PDF com dezanove faturas agrafadas fica com dezanove documentos, cada um com o seu ficheiro.
Substituir, cortar, juntar, reclassificar, eliminar: tudo com o estado anterior gravado ao lado.
Por período, estado, pasta, entidade e valor, com o ficheiro ao lado da ficha.
Um documento lançado não se elimina. O resto é detetado, proposto, e decidido por uma pessoa.
Guardar o ficheiro não é arquivar. Arquivar é poder provar que ninguém lhe mexeu.
É exatamente isso que o decreto pede — e o que aqui se faz.
Está tudo tratado
Nenhum deles pede a alguém que escreva o que o documento já diz.
Carregado, fotografado ou reencaminhado — ou vindo do e-Fatura e do SAF-T.
Entidade, NIF, valores e datas, com a contraparte ligada pelo NIF e nunca pelo nome.
Impressão digital, registo de auditoria, e imutável a partir do momento em que é lançado.
Originais byte a byte com índice, ou com marca de água de auditoria.
Dez minutos com documentos reais mostram mais do que qualquer descrição — incluindo o que o Arquivo Digital não lê sozinho.