Recibos separados e entregues
Um recibo entregue à pessoa errada mostra o vencimento de outra. Por isso, aqui, nada é inferido.
Recibos, férias, despesas e comunicados num portal que é do colaborador. O processamento continua onde está; o que muda é o trabalho à volta dele.
Tudo isto existia — feito à mão, e duas vezes: uma na empresa, outra no gabinete.
Um recibo entregue à pessoa errada mostra o vencimento de outra. Por isso, aqui, nada é inferido.
22 dias por ano, 2 por mês completo no ano de admissão. Mostra as pessoas todas, não só quem falta.
Quem gasta propõe, a chefia decide, os recursos humanos autorizam o pagamento. Fotografar o comprovativo faz parte do pedido.
Quem responde por cada departamento, e as tarefas de entrada e de saída de cada pessoa.
Quem publica vê quem respondeu o quê — e quem ainda não abriu.
O que a empresa propôs espera aqui pela transcrição. Recusar devolve o campo, não arquiva a linha.
A empresa propõe. Quem responde pelo dado é que decide.
É a regra que atravessa o módulo inteiro — férias, despesas, ficha, tudo.
Está tudo tratado
O gabinete decide em que empresas o módulo existe.
A empresa ganha morada, e quem a vai usar recebe o endereço no convite.
As fichas vêm do software de contabilidade, cruzadas pelo código e nunca pelo nome.
Cada um pede as suas férias e lança as suas despesas; as chefias decidem.
O gabinete processa onde sempre processou, traz os recibos, distribui e dá por pagos.
Meia hora com as pessoas de uma empresa real mostra quantas mensagens deixam de existir.